“Será referência para todo o País”, afirma Caiado sobre decreto que flexibiliza quarentena

Em coletiva, governador fez um balanço positivo do primeiro mês das medidas de isolamento social e apontou que liberação de atividades é mediante regras de higiene e distanciamento

As novas normas do decreto que permite a reabertura de algumas atividades comerciais no estado foi tratada na coletiva com o governador Ronaldo Caiado (DEM), na manhã desta segunda-feira, 20. Ele apontou que o novo decreto será referência para todo o País.

Caiado defende que o decreto que libera atividades religiosas, da construção civil, salões de beleza, oficinas, indústrias e dá autonomia a municípios é para dar condições de combate ao coronavírus e ao mesmo tempo permitir a retomada econômica. “Levamos em conta tudo as ações para que a passagem do coronavírus cause o menor número de óbitos, e também se evite situações que dificultem o retorno de nossa economia e atividades sociais”, disse.

O governador apontou que as primeiras medidas de quarentena tomadas no estado surtiu o efeito esperado, e que isso permite que hoje se faça uma reabertura gradual. “Hoje estamos colhendo frutos de medicas corajosas. Goiás foi o primeiro estado no pais a decretar quarentena. Sabemos da dificuldade que passamos no decorrer de um mês, mas temos hoje um cenário nacional os melhores índices de como combater a progressão do coronavírus”, avaliou.

Municípios

Caiado disse que vai atuar junto aos municípios para fazer o controle da reabertura das atividades econômicas no Estado. “Nós hoje sabemos exatamente qual cidade está extrapolando nas prerrogativas de conter o coronavírus. Até semana passada era prerrogativa do Estado de definir os mecanismos de controle, mas o STF deliberou que os municípios podem implantar suas politicas”, disse.

O governador disse que espera dos municípios a responsabilidade para liberar e controlar a retomada das atividades econômicas. “Para liberar as atividades precisa ter um plano de contingência e análise epidemiologia”, alertou.

 

 

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