Saúde municipal entra em greve a partir desta segunda-feira

Paralisação continuara até que Prefeitura atenda às reivindicações da categoria

Os servidores municipais da Saúde de Goiânia deram início nesta segunda-feira (13/4) à greve por tempo indeterminado. A classe pretende seguir com a paralisação até que a Prefeitura atenda às reivindicações propostas pela categoria.

Enquanto os servidores estiverem paralisados, todo serviço que não for considerado urgência e emergência estará suspenso. As unidades que atendem a esses tipos de situações na capital são as Unidades de Pronto Atendimento (UPA), a Maternidade Dona Íris, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o Pronto Socorro Wassily Chuc e os Cais 24 horas.

O Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde no Estado de Goiás (Sindsaúde/GO) informou através de nota que os trabalhadores da Saúde optaram pela paralisação “por estarem cansados das promessas não cumpridas pelo prefeito Paulo Garcia (PT)”.

Segundo o Sindsaúde, a Prefeitura de Goiânia não oferece condições mínimas de trabalho e de assistência ao usuário do Sistema Único de Saúde (SUS), não respeita o Plano de Carreiras, Cargos e Vencimentos (PCCV), não paga a data-base com a retroatividade e desrespeita lei federal que determina o pagamento do Piso Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e de Combate às Endemias (ACE).

Outras reivindicações da categoria são pela correção do adicional de insalubridade, auxílio-movimentação e alimentação e abono especial. A base de apoio da greve será na Câmara Municipal, onde os servidores se reunirão todos os dias.

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