Revista Science publica estudo que comprova eficácia de uso de máscaras

O estudo comprovou que a eficácia da máscara depende de sua capacidade de filtração e do quão contaminado em coronavírus está o ambiente que a pessoa está inserida.

A pesquisa da revista Science, que foi publicada nessa sexta-feira 25, feita com pesquisadores da Alemanha, China e Estados Unidos mostrou que as máscaras cirúrgicas e as de alta filtragem, como a N95 e PFF2, diminuem o risco de contaminação pelo Sars-CoV-2.

Nessa pesquisa, os cientistas colheram amostras de partículas de ar de ambientes abertos e também fechados, internos. Eles concluíram que a maioria dos ambientes abertos possui um nível baixo de partículas que contém o coronavírus e que os internos, como locais fechados e sem ventilação, teriam mais risco de ter essas partículas. Contudo, nos dois ambientes máscaras com alta filtragem seriam capazes de proteger o indivíduo de se contaminar com a doença.

No entanto, os cientistas alertam que não só o uso de máscara é importante, como também as outras medidas de proteção, como o distanciamento social, uso de álcool em gel e ventilação eficiente.

Esse estudo foi publicado em meio a polêmica de Bolsonaro que tirou a máscara de uma criança para posar para fotos em visita ao Rio Grande do Norte.

Informações tiradas de O Globo.

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