Reprovação do governo Dilma fica em 69% na pesquisa Ibope

Os satisfeitos com a administração pública federal são 10% dos entrevistados, de acordo com o levantamento do instituto divulgado nesta quarta-feira (30/3) pela CNI

Em dezembro, reprovação chegou a 70%, o que representa uma queda dentro da margem de erro | Foto: Agência Brasil

Em dezembro, reprovação chegou a 70%, o que representa uma queda dentro da margem de erro | Foto: Agência Brasil

O governo da presidente Dilma Rousseff (PT) recebeu avaliação ruim ou péssimo de 69% dos entrevistados da pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (30/3) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em dezembro, esse percentual era de 70%.

Na avaliação regular, houve uma queda de um ponto percentual, que ficou em 19%, quando em dezembro era de 20%. A subida entre os que consideram o governo federal ótimo ou bom subiu de 9% para 10%.

A forma de governar da presidente Dilma não sofreu alteração, e continua desaprovada por 82% das pessoas ouvidas pelo Ibope em dezembro e em março. Dado que se manteve nos números entre aqueles que aprovam: 14%.

A falta de confiança em Dilma subiu em dois pontos percentuais, com 80% que acreditam na presidente, quando em dezembro era 78%. Já os que disseram confiar na petista continuou em 18%, como foi percebido no final de 2015.

Os que acreditam que o restante do governo Dilma será ruim ou péssimo saíram de 65% para 68%. Para quem acha que o resto do mandato da petista se manterá regular houve queda de 20% para 18%. Entre os que acreditam que será ótimo ou bom, a perspectiva subiu de 9% para 10%.

Aprovação baixa

Há quatro trimestres, a aprovação do governo Dilma se mantém no nível mais baixo já registrado em gestões federais desde novembro de 1989, quando houve registro de 9% de aprovação para o governo de José Sarney. A hiperinflação da época era um dos principais problemas enfrentados pelo País.

Foram entrevistados 2.002 brasileiros entre os dias 17 e 20 de março em 142 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. (Com Agência Brasil)

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