Justiça de Goiás está entre as cinco mais produtivas do país

Relatório nacional mostra que TJ-GO aumentou desempenho em 16%, no último ano

Foto: Jornal Opção.

O Tribunal de Justiça de Goiás apresentou nesta sexta-feira (31/8), durante coletiva de imprensa, o “Relatório Justiça em Números 2018” com foco no desempenho do Judiciário goiano. Divulgado nesta semana pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o documento nacional reúne dados de 90 tribunais sobre o funcionamento da Justiça referente ao ano de 2017.

O estudo aborda toda a atividade da Justiça brasileira, com exceção do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o juiz Clauber Costa Abreu, o levantamento traz os dados das estatísticas oficiais do Poder Judiciário desde 2004, e apresenta um detalhamento da estrutura e litigiosidade do Poder Judiciário, além dos indicadores e das análises essenciais para subsidiar a Gestão Judiciária brasileira.

Entre os indicadores estão índices de produtividade de magistrados e servidores, a taxa de congestionamento de processos, as despesa do poder Judiciário e o custo por habitante.  No índice de produtividade dos magistrados por tribunal, no ano de 2017, Goiás está em quinto lugar no levantamento. No geral, a produtividade dos magistrados foi de cerca de 1.588 processos julgados no ano e a média nacional foi de 1.844.

Para o juiz Clauber, o Justiça em Números apresenta um raio-X de todo o Poder Judiciário brasileiro, onde foi analisada a situação financeira dos tribunais, a produtividade e os gastos. “O relatório foi bastante positivo, pois tivemos uma evolução no desempenho de 64% para 80%, de 2016 a 2017, considerando esses números houve efetividade do poder judiciário goiano. E também tivemos uma redução nos gastos com despesas de R$ 300 milhões, e isso mostra que estamos nos aproximando dos tribunais mais eficientes do país”, disse.

De acordo com relatório, para o resultado 2018, a proposta era medir a produtividade dos tribunais e magistrados, o tempo de duração dos processos, considerando as diversas competências, e não apenas por segmento da Justiça. Porém, os dados enviados pelos Tribunais ao CNJ ainda não permite esse cálculo.

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