Rejeição de Marconi Perillo é de 46%, mais do que o dobro de sua intenção de voto
30 julho 2026 às 14h04

COMPARTILHAR
O pré-candidato ao governo de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), é o nome mais rejeitado entre os apresentados na nova rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (30). O tucano registra 46% de rejeição entre o eleitorado goiano. O índice é mais que o dobro da sua intenção de voto, que está em 21%, segundo o levantamento.
Em comparação com a pesquisa de abril, Marconi reduziu sua rejeição em 4 pontos percentuais. Mesmo assim, o índice permanece bem acima do registrado pelo segundo nome mais rejeitado, o senador Wilder Morais (PL), que aparece com 21%. Daniel Vilela (MDB) tem 20% de rejeição, Luis Cesar Bueno (PT) registra 18%, Cíntia Dias (Psol) soma 13% e Luciana Amorim (UP) aparece com 8%. Apesar dos baixos índices de rejeição dos três últimos nomes, o desconhecimento do eleitorado em relação a eles varia de 76% a 89% dos entrevistados.
Aprovação do governo Daniel Vilela
A Quaest também mostrou que 64% dos entrevistados aprovam a gestão de Daniel Vilela. Outros 24% não souberam ou não quiseram responder, enquanto apenas 12% desaprovam o governo.
Daniel Vilela apresenta boa aprovação quando o eleitorado é dividido por sexo: 61% entre as mulheres e 68% entre os homens. O emedebista também tem avaliação positiva em todas as faixas etárias pesquisadas e em todos os níveis de escolaridade. Além disso, registra aprovação em todas as faixas de renda avaliadas e entre os diferentes grupos religiosos, com índice mais elevado entre os católicos (70%) do que entre os evangélicos (59%).
A aprovação de Daniel também é alta entre eleitores da esquerda lulista (63%), da esquerda não lulista (53%), entre os independentes (67%), da direita não bolsonarista (64%) e entre os bolsonaristas (69%), segmento em que alcança seu maior índice de aprovação.
Continuidade
A pesquisa também questionou os goianos sobre a possibilidade de o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) eleger um sucessor. Para 71% dos entrevistados, ele merece eleger um sucessor, enquanto 19% responderam que não. Outros 10% não souberam ou não quiseram responder.
O levantamento ainda perguntou aos goianos qual deve ser o rumo do próximo governo. Para 41%, é preciso manter o que está dando certo e mudar o que não está bom. Outros 36% defendem a continuidade do trabalho que vem sendo realizado, enquanto 18% preferem uma mudança total. Apenas 5% não souberam ou não quiseram responder.
Leia também: Quaest: Daniel Vilela lidera com 37%; Marconi tem 21% e Wilder aparece com 11%


