Quase um ano após jogos, ministro diz que legado olímpico está “dentro do cronograma”

MPF pediu, na semana passada, condenação de Picciani, do governador do estado e do ex-prefeito do RJ por falta de um plano antes das Olimpíadas

Picciani durante o evento | Foto: Vladimir Platonow/ ABr

O ministro do Esporte, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), afirmou, neste sábado (8/7), que o plano de execução do legado olímpico está “dentro do cronograma”. A afirmação vem quase um ano após a realização das Olimpíadas no Rio de Janeiro, em 2016.

“A partir de hoje, teremos atividades no Parque Olímpico. Começou dentro do prazo. Nossa programação era para até em um ano haver a mudança para o modo de legado dos Jogos. Estamos começando a implantar a parte social, com nove meses [após a Rio 2016], o que está dentro do planejado, daquilo que sempre afirmamos, de até um ano para esta transformação”, explicou.

O peemedebista participou de um evento no Velódromo do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, com demonstrações de judô, jiu-jítsu, taekwondo, muay thai e caratê, atividades serão oferecidas no local a crianças e adolescentes pelos próximos dois anos.

Sobre pedido feito esta semana, pelo Ministério Público Federal (MPF), de multa diária de R$ 10 mil, desde o início da Rio 2016, a ele, ao governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), e ao ex-prefeito Eduardo Paes (PMDB), pela não apresentação do plano de legados antes da Olimpíada, Picciani disse que a medida é “indevida”.

“Esse é um tema que está a cargo do Poder Judiciário, temos total confiança no julgamento que será feito pelo juiz responsável. Nós entregamos no prazo o plano de legado. Entendemos que o pedido feito pelo Ministério Público é indevido”, rebateu. (As informações são da Agência Brasil)

 

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