Presidente da Unimed apresenta ao MP estrutura de rede conveniada para enfrentamento a coronavírus

“Nossa ideia é mostrar que estamos abertos ao diálogo no sentido de, juntos, resolvermos as dificuldades apresentadas pelo coronavírus”, disse Sérgio Baiocchi após reunião no MPGO 

Direção da Unimed se defende e alega não existir nenhuma irregularidade | Foto: Fábio Costa/Jornal Opção

O presidente da Unimed Goiânia, Sérgio Baiocchi, esteve no Ministério Público Estadual (MPGO) na última terça-feira, 18, para dialogar com os promotores Delson Leoni Jr e Maria Cristina de Miranda a respeito da situação vivenciada por toda a rede conveniada de saúde durante o enfrentamento do novo coronavírus em Goiás.

Segundo o presidente, que considerou a conversa foi muito amigável e satisfatória, foi apresentado aos promotores os dois principais “gargalos” diante realidade atual. “Nossa ideia é mostrar que estamos abertos ao diálogo no sentido de, juntos, resolvermos as dificuldades apresentadas pelo coronavírus e evitarmos de que haja algum ruído futuramente”, disse.

“Temos visto circulando na mídia informações que dão conta de que laboratórios não estão fazendo exames ou que hospitais não possuem possuem mais leitos de UTI. É importante deixar claro que, como cooperativa médica e planos de saúde, a prestação de muitos serviços não depende exclusivamente do nosso trabalho. Portanto, fomos alertá-los sobre essa situação para que tenham consciência que temos nossas limitações”, detalhou.

Segundo Baiocchi, a rede conveniada e o Ministério Público vão continuar trabalhando em conjunto no sentido de prevenir qualquer prejuízo na prestação dos serviços aos conveniados. “Estamos debatendo diuturnamente essa questão. Nosso comitê de crise já foi montado e, com o apoio do Ministério Público, com certeza iremos amenizar ainda mais a possibilidade de ruído futuro”.

“Tivemos uma conversa bastante amistosa, não apresentamos nenhuma denúncia, tudo foi feito com o intuito de garantir que mantivéssemos o diálogo bem como a manutenção de todas as medidas preventivas”, finalizou.

Governo Federal

Em paralelo, o presidente da República Jair Bolsonaro divulgou, na manhã desta quarta, que o ministro Paulo Guedes trabalha para desonerar os produtos médicos e hospitalares com o intuito conter a disparada de preços dos itens de combate a epidemia do coronavirus.

Segundo o presidente, as medidas implicam, na prática, no fim dos impostos sobre 67 produtos, que vão da máscara cirúrgica ao álcool em gel.

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