Presidente da Fieg vê como positiva redução de 0,5 ponto percentual na taxa Selic

O País precisa de estímulo à atividade produtiva e esse comportamento de retração deve se repetir na próxima reunião do comitê”, analisa Sandro Mabel

Sandro Mabel | Foto: Alex Malheiros

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) reduziu em 0,5 ponto percentual a taxa básica de juros (Selic), o que culminou no resultado de 5,5% ao ano, menor patamar histórico. Para a queda do indicador foram consideradas a previsão da inflação para 2019, 2020, 2021 e 2022 apuradas pela pesquisa Focus, além dos avanços de reformas e ajustes para a economia brasileira – o que precisa ser concretizado para a consolidação do cenário positivo.

Esta queda também pode ser vista como tendência mundial. Isto, porque, na quarta-feira, 18, o Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) já havia anunciado novo corte dos juros básicos naquele país. Por aqui, com a redução da Selic, a Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), com a redução da Selic, avalia a perspectiva para o barateamento do crédito, o que vai incentivar a produção e o consumo.

Inclusive, a expectativa do setor produtivo é que até o fim de 2019, a taxa básica chegue ao patamar histórico de 5% a.a. “O País precisa de estímulo à atividade produtiva e esse comportamento de retração na Selic deve se repetir na próxima reunião do Copom, que deve ocorrer em outubro”, afirmou Sandro Mabel, presidente da Fieg.

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