Prefeitura volta atrás em decisão de cortar 40% da verba para exames no Imas

De acordo com o presidente do instituto a portaria se tratava de um “erro” de um servidor

Uma portaria polêmica divulgada do Diário Oficial do Município nesta segunda-feira (4/6) que cortaria, no Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (Imas), 40% das cotas liberadas para clínicas, laboratórios e hospitais foi revogada com a justificativa de se tratava de um erro. Quem disse foi o presidente da entidade, Sebastião Peixoto.

O documento também estabelecia que atendimentos de casos emergenciais poderão ser autorizados apenas pelo presidente e suspende todas as cirurgias eletivas pelo prazo de 90 dias.

Sebastião informou que o erro foi fruto de um servidor. Para ele, o Imas não tem intenção de tomar qualquer medida no sentido do que havia sido publicado.

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