Prefeitura de Goiânia implanta novo modelo de gestão

Metodologia trabalha com metas pré-fixadas, visando produção de resultados satisfatórios à sociedade e à administração municipal

O prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), lança na manhã desta terça-feira (4/7) um novo modelo de gestão, que promete reconfigurar a logística administrativa da Prefeitura de Goiânia e dilatar o impacto das ações do poder público na vida dos goianienses. A metodologia de “Gestão por Resultados” trabalha com metas pré-fixadas, visando a produção de resultados satisfatórios.

A Secretaria Municipal de Finanças (Sefin) é a primeira a aderir a proposta. O titular da pasta, Jeovalter Correia, assinará, durante a solenidade na Casa da Indústria, auditório da Federação das Indústrias de Goiás (Fieg), no Setor Leste Vila Nova; o primeiro Contrato de Resultados de Goiânia. A Secretaria Municipal de Planejamento e Habitação (Seplanh) e a Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma) também definiram participação, mas ainda não agendaram data para validação do documento que permitirá às pastas funcionamento dentro dessa nova metodologia.

O Contrato de Resultados é um instrumento em que o poder público, por meio dos dirigentes de órgãos e entidades do Executivo, acorda estabelecer compromisso prévio de cumprimento de metas na aplicação de políticas públicas, visando a produção de resultados satisfatórios à sociedade e à administração pública municipal.

No caso específico da Secretaria de Finanças, o Contrato, em termos de dimensão avaliativa, será ancorado no incremento da receita; redução do gasto público; aumento da satisfação do usuário e no estímulo e valorização dos servidores.

De acordo com Jeovalter Correia, a necessidade de qualificação no atendimento ao cidadão foi um dos fatores que impulsionaram a Sefin a inaugurar a adesão ao modelo de gestão. “Uma pesquisa realizada no mês de julho aponta para índice de satisfação de 57% nas áreas de atendimento no Paço Municipal. Nossa meta é chegar a 90% até este ano”, analisou.

Nas avaliações, serão consideradas excelentes classificações entre 100% e 90%; muito bom entre 89% e 90%; bom entre 79% e 70%; regular entre 69% e 60%. Abaixo de 59% será interpretada como insuficiente. O descumprimento das metas por dois ciclos trimestrais consecutivos acarretará em censura pública ou afastamento de cargos.

As penalidades serão aplicadas também em situações de insuficiência por quatro ou cinco avaliações trimestrais aleatórias, de acordo com o caso. Por outro lado, o alcance dos objetivos pretendidos resultará em Gratificação por Desempenho Institucional (GDI), maior flexibilidade e autonomia à Sefin, além de aumento das contrapartidas orçamentárias, financeiras e administrativas.

A GDI será concedida mensalmente, conforme a pontuação obtida através da Sistemática de Avaliação, Controle e Monitoramento dos Resultados, com base nos Indicadores de Desempenho. As análises considerarão fatores como assiduidade, pontualidade, agilidade, atenção, interação com o cliente, capacidade de análise, comportamento ético, comunicação, conhecimento do trabalho, eficiência, empatia, flexibilidade, liderança, organização, prestatividade, produtividade, resiliência, trabalho em equipe, visão estratégica e visão sistêmica.  (Da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Goiânia)

 

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