Peça “E[cs]xtas[y]e” volta aos palcos de Goiânia em janeiro

Espetáculo, que propõe uma releitura da obra mais famosa de Shakespeare, conta com elenco de 14 atores e músicas originais

Imagem da peça | Foto: Richardson Umbelino

O Teatro Sesc Centro recebe, entre os dias 17 e 31, o espetáculo “E[cs]xtas[y]e – Uma história de Romeu e Julieta”. A obra tem direção de Wellington Dias e conta com um elenco de 14 jovens. São músicas originais, figurino atemporal, espaço cênico multidimensional, em uma montagem que revive cenas clássicas de uma maneira nova e ousada.

No musical, os papeis principais do texto de Shakespeare foram tripartidos. Separados em odes que relatam três fases de um amor: conhecimento; renovação de votos e amor eterno. A ideia original é de Antônio Amâncio Cañaes, diretor e preparador de elenco carioca, que hoje é roteirista da Rede Globo, de quem o Wellington Dias recebeu a inspiração.

O projeto conta com o apoio da Maristo Agência de Negócios, de Richardson Umbelino – Fotografia e Design, e com o apoio institucional da Prefeitura de Goiânia, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Os ingressos são vendidos na bilheteria do Teatro Sesc Centro ou pelo site da Bilheteria Digital aos valores de: R$ 20 (inteira); R$ 10 (meia-entrada); e R$ 7 (comerciários com carteira do Sesc).

História

Três Romeus e três Julietas, que fazem da mais conhecida história de amor já contada, uma jornada ao encontro de nossas paixões, perdas e amores eternos. Sentimentos que podem durar um momento, e ainda assim significarem uma vida. O amor nos deixa em êxtase, ao passo que é uma droga que nos embriaga, nos fere e nos faz querer sempre mais.

Ainda em dúvida sobre estarmos interpretando um drama ou uma comédia, E[cs]xtas[y]e é embalado por sucessos do rock, do pop e da MPB, e sua veste cênica mistura o blue jeans gótico e desfiado de um conturbado século XXI com saiotes e rendas de uma agitada idade média renascentista. Anacrônicos, posamos esse amor, dissociados de tempos cronológicos, para interpretar uma sociedade que se deseja plural e moderna, ainda que em tempos de barbáries ideológicas.

 

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