Líder do governo afirma que inativos do setor serão remanejados para Goiás Previdência e, no fim das contas, verbas serão ainda maiores, apesar da junção

Bruno Peixoto | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

O deputado estadual e líder do governo, Bruno Peixoto (MDB), afirmou ao Jornal Opção que a pauta de Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que desvincula recursos da Educação só vai entrar quando houver segurança de sua aprovação, o que não deve ocorrer nesta terça, 27. “Ainda estamos dialogando e explicando aos parlamentares que é Constitucional”.

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Bruno aproveitou para destacar que não haverá prejuízos financeiros. Segundo ele, apesar da junção dos 2% de recursos destinados à Universidade Estadual de Goiás (UEG) aos 25% da Educação Básica, vai é aumentar o volume. Isto, porque os inativos da educação, que representam um volume de 4%, serão lotados na Goiás Previdência.

Além disso, ele reforça que os 2% da UEG não terão como base os 25%, mas sim os 100% desse montante. “Para o Estado não fará diferença, mas para os índices constitucionais, sim”, garante o líder que faz questão de lembra, ainda, que, em gestões passadas, a Educação Básica não recebia o preconizado em lei na sua totalidade.

Questionado sobre o Regime de Recuperação Fiscal (RRF), se poderia ser coloca na Assembleia após a PEC da Educação, Bruno disse que não há previsão ou debate sobre o tema.