Paulo Garcia nega reserva de cargos para o Pros

Prefeito comemorou aprovação da reforma administrativa na CCJ e afirmou que principal motivo foi “diálogo e convencimento”

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Paulo Garcia e o vereador Jorge do Hugo, do PSL (à esq.), durante visita às obras no Setor Jardim Guanabara II | Foto: Marcello Dantas/Jornal Opção Online

Diálogo e convencimento. Foi esse o argumento usado pelo prefeito Paulo Garcia (PT) nesta quinta-feira (21/5) para explicar o sucesso que a Prefeitura de Goiânia teve nas votações de emendas complementares ao projeto de reforma administrativa na reunião da CCJ na quarta-feira (20), na Câmara Municipal de Vereadores. A matéria foi aprovada em primeira apreciação no início desta tarde pelo placar de 21 votos a favor e 8 contra.

“Na democracia os poderes conversam, dialogam. É assim que se chega a um denominador comum. O objetivo da Câmara e da prefeitura é o mesmo: a construção do bem comum para homens e mulheres da cidade”, justificou, ao ser questionado pelo Jornal Opção Online como foi o processo de convencimento do vereador Paulo Borges (Pros), integrante da CCJ, e dos outros Bloco Moderado — Zander Fábio (PSL), Dr. Bernardo do Cais (PSC) e Divino Rodrigues (Pros). O grupo votou favorável à reforma.

Ele discorda que as negociações com Paulo da Farmácia não foram aceleradas, “pois os anos não se passam rapidamente”.

Paulo Garcia negou que o Pros, da base aliada ao Paço Municipal, terá reserva de cargos com a nova reforma administrativa. “Não faço escolha de secretários com base na sua filiação partidária. Escolho com base na capacidade de trabalho”, relatou, em entrevista à imprensa, durante visita em complexo de obras esportivas no Jardim Guanabara II. O petista estava acompanhado de Sebastião Peixoto (PMDB), titular da Agência de Turismo, Eventos e Lazer (Agetul) e de Jorge do Hugo (PSL).

Equívoco

O prefeito disse ainda que o princípio da reforma administrativa não é a economia, mas sim uma consequência. “O objetivo é uma reestruturação organizacional para a prestação de serviço público de qualidade”, apontou, ao ser perguntado sobre a manutenção de gratificações como jetons, de secretarias extraordinárias e a extinção do Fundo Municipal do Meio Ambiente.

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