Paulinho Graus pede agilidade ao ministro do Trabalho na emissão de parecer sobre extinção de pasta

Paulinho Graus em reunião com o ministro do Trabalho, Manoel Dias, em Brasília. Foto: Divulgação

Paulinho Graus em reunião com o ministro do Trabalho, Manoel Dias, em Brasília. Foto: Divulgação

Agilidade. Foi o que pediu o vereador por Goiânia Paulinho Graus (PDT) ao ministro do Trabalho, Manoel Dias (PDT), após 1 hora de reunião em Brasília para pedir a emissão de parecer jurídico a respeito da possível extinção e fusão da Secretaria de Trabalho, Emprego e Renda (Setrab) no projeto de reforma administrativa da Prefeitura de Goiânia. Segundo o texto do Executivo encaminhado à Câmara de Vereadores, a Setrab teria sua administração repassada à Secretaria de Indústria e Comércio (Semic).

Não foi estabelecido prazo para o órgão ministerial entregar o documento à Câmara. Mesmo assim, Paulinho acredita que haverá tempo o suficiente para aprovação do projeto (em primeira e segunda votação) com o levantamento do ministério já concluído. Ontem, a líder do governo na Casa, Célia Valadão (PMDB), cravou a próxima terça-feira (29) como prazo máximo para a apreciação da matéria.

O encontro dos dois pedetistas –– o vereador é presidente municipal e regional, enquanto Dias é secretário-geral nacional do partido –– ocorreu na tarde de quarta-feria (23/4). Paulinho disse em entrevista a jornalistas nesta quinta-feira (24) que Dias garantiu rapidez para emissão de parecer. O vereador destacou ainda que a intenção é saber quais são as consequências caso a reforma atinja a pasta. Ele também quer dar segurança à decisão que a Câmara tomar. “Como uma secretaria que tem princípio assistencialista [Setrab] vai se fundir com outra que defende o patrão [Semic]?”, questiona, complementando que supostamente há um viés político na reformulação.

Se a suspensão do projeto na Casa prejudicaria a intenção do Paço Municipal em diminuir os gastos com a folha de pagamento com mais agilidade, Paulinho respondeu: “Pior se aprovássemos e lá na frente constatássemos que isso causaria problemas ao município.”

No documento encaminhado ao secretário substituto de Políticas Públicas de Emprego, Silvani Alves Pereira, Paulinho quis saber como ficarão os recursos disponíveis na pasta (como os do Fundo Municipal de Assistência ao Trabalhador), além do destino que será dado aos bens móveis doados pelo ministério, a continuidade dos cursos profissionalizantes e de quem será a responsabilidade da administração do Sistema Nacional de Emprego (Sine).

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