Para Lucas Vergílio, apoio do PMDB a Vanderlan seria “natural”

Deputado do Solidariedade destaca que havia conversas entre o pré-candidato do PSB e Iris Rezende para uma união, caso o ex-governador fosse disputar

Deputado federal Lucas Vergílio | Foto: Maria Salim/ Agência Câmara

Deputado federal Lucas Vergílio | Foto: Maria Salim/ Agência Câmara

Para o deputado federal Lucas Vergílio (Solidariedade), as recentes movimentações do PMDB no sentido de um possível apoio à pré-candidatura de Vanderlan Cardoso a prefeito de Goiânia são “naturais”.

Em entrevista ao Jornal Opção nesta terça-feira (26/7), o jovem parlamentar destaca que havia um acordo interno entre o ex-governador Iris Rezende e o empresário do PSB.

Consta que Vanderlan Cardoso teria aceitado ser o vice na chapa do decano peemedebista, caso este fosse mesmo disputar. “Com a saída dele [Iris], é natural que o PMDB pelo menos converse com Vanderlan e considere apoiá-lo”, avalia Vergílio.

No entanto, o parlamentar explica que não há nada decidido ainda e que o grupo oposicionista das eleições de 2014 — composto por PMDB, DEM, PRP e SD — está articulando para tentar manter a aliança em 2016. “A discussão passa por 2018. Queremos consolidar nosso projeto a longo prazo e não só neste ano”, argumenta.

Sendo assim, líderes das quatro siglas (incluindo o deputado Daniel Vilela, o senador Ronaldo Caiado e o ex-secretário Jorcelino Braga) se sentam nesta quarta-feira (27) para tentar construir um consenso. “Trataremos exclusivamente de Goiânia. A tendência é que escolhamos um candidato do grupo, mas nada impede que apoiemos um nome de outro partido. Vai tepender da disposição para aliança futura”, completa.

Lucas Vergílio explicou que tem se reunido diariamente com os aliados do PMDB, PRP e DEM para fechar as alianças no interior, o que mostra que a discussão do grupo mira a disputa pelo governo de Goiás e as duas vagas ao Senado.

Questionado se ainda há tempo para construir um candidato competitivo para a disputa pela maior cidade e capital do Estado, o parlamentar garante que sim. “O cenário está totalmente aberto, não há definição e a sociedade não está engajada na campanha ainda. Em política, muito tempo às vezes é pouco e pouco tempo, às vezes, é muito… Vai depender do plano de governo, da proximidade com o povo”, argumenta.

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