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A Polícia Federal cumpriu na noite desta quarta-feira, 20, um mandado de busca e apreensão contra o pastor Silas Malafaia, no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, logo após ele desembarcar de um voo vindo de Lisboa. A ordem partiu do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os agentes apreenderam o celular do religioso e o conduziram para prestar esclarecimentos no próprio aeroporto. A decisão ainda impôs medidas cautelares, como a proibição de sair do país e de manter contato com outros investigados no inquérito.
Segundo Moraes, há indícios de que Malafaia tenha atuado na construção de uma campanha criminosa para atacar ministros do STF. O caso está ligado à investigação sobre a tentativa de Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro de obstruir o julgamento do ex-presidente.
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Pelos números apresentados, cerca de R$ 475 mil seriam destinados a despesas com pessoal e encargos, enquanto aproximadamente R$ 600 mil iriam para custeio administrativo geral
Em pronunciamento nas redes sociais, o gestor criticou duramente o Programa Graduação, criado pela gestão anterior, classificando-o como irresponsável e insustentável.
"União Brasil agora tem que desembarcar rapidamente, até porque nós temos um candidato a presidente da República", disse
O alerta foi feito na última terça-feira, 19.

