Paço terá que ceder para aprovar reforma da Previdência municipal

Aliado de Iris na Casa tenta convencer gestão a recuar em pontos polêmicos que foram mantidos no novo texto

Vereador Wellington Peixoto (MDB) | Foto: Fernando Leite

A apresentação de um novo texto da reforma da Previdência municipal não alterou a mobilização dos servidores da Prefeitura de Goiânia contra a proposta.

A redação mantém o aumento do valor da alíquota de 11% para 14%, principal alvo de protesto da categoria. A única diferença é que o reajuste se daria de forma escalonada até o ano de 2021, apenas adiando o reajuste total.

Vereadores de oposição já alertaram que o texto, da forma que está, enfrentará mais uma vez dificuldade para ser aprovado.

Para evitar o novo desgaste, a base do prefeito Iris Rezende (MDB) inicia um trabalho de convencimento para que o Paço ceda em alguns pontos.

Em entrevista ao Jornal Opção, o vereador Wellington Peixoto (MDB) afirma que tem reunião na tarde desta quinta-feira (5/7) com o secretário de Governo Paulo Ortegal para iniciar as tratativas.

“Espero que a prefeitura entenda os servidores. Falta pouco para chegarmos a um consenso”, avalia o aliado.

Peixoto também é autor de audiência pública que discutirá o tema na próxima segunda-feira (9), na Casa de leis. A previsão é que o texto seja apreciado pela Comissão de Constituição e Justiça ainda na semana que vem.

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