Paço Municipal busca R$ 300 milhões em banco andino

Prefeitura de Goiânia pretende instalar novo equipamento nos bairros mais antigos da capital. Projeto de lei que pede autorização chegou à Câmara na semana passada

Asfalto de bairros antigos serão trocados | Foto: Reprodução/Twitter Prefeitura de Goiânia

Asfalto de bairros antigos serão trocados | Foto: Reprodução/Twitter Prefeitura de Goiânia

O projeto de lei do Poder Executivo que contrata financiamento de R$ 300 milhões no Banco de Desenvolvimento Andino (Casa de Desarrollo de América Latina, a CAF) chegou à Câmara de Vereadores de Goiânia na última quinta-feira (9/7). O dinheiro será usado para financiar obras de troca da capa asfáltica da capital.

“Principalmente nos bairros mais antigos. Não cabe mais restauração, remendo, nem tapa-buraco. Será trocado todo o asfalto de grande parte da cidade. Dá para asfaltar esses bairros mais centrais e antigos”, argumentou o prefeito Paulo Garcia (PT). Entre eles estão Setor Bueno, Cidade Jardim e todo o trecho da Avenida Castelo Branco. Segundo o petista, o pré-projeto para a execução das obras está aprovado pela casa de fomento.

A autorização final da proposta de financiamento estrangeiro pode demorar até dois meses, pois segue trâmite burocrático. Após a lei autorizativa ser aprovada na Câmara, o projeto passa pela CAF, Ministério do Planejamento da Presidência da República, Tesouro Nacional e é finalmente votado no Senado.

Nesse semestre, a prefeitura tem asfaltado e concluído obras do tipo em bairros lançados sem o equipamento, em um total de 60 quilômetros, incluindo todos os Residenciais Jardins do Cerrado (Região Oeste e Sudoeste), Antônio Carlos Pires e Orlando de Morais (Região Norte) e Jardim Botânico I e II (saída Oeste). No entanto, com recursos do governo federal.

Clientela

A CAF tem como cliente em Goiás a Prefeitura de Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana. A gestão do prefeito Maguito Vilela (PMDB) conseguiu dois empréstimos, sendo que um deles banca obras de mobilidade urbana, como o Eixo Estrutural Norte/Sul 1, de cerca de R$ 100 milhões.

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