Otoni diz que oposição tenta criar “3º turno” com crise da Petrobras

Comentário do deputado federal veio após questionamento sobre recentes escândalos envolvendo a estatal, durante diplomação de políticos eleitos em outubro

Rubens Otoni fez críticas aos partidos de oposição ao governo federal durante diplomação | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Online

Rubens Otoni recebe diploma no Campus II da UFG | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Online

O deputado federal Rubens Otoni (PT) afirmou em entrevista coletiva nesta sexta-feira (19/12) que a oposição à presidente Dilma Rousseff (PT) encontra-se em dificuldades, pois tenta construir o que classificou como “terceiro turno” após a eleição ao Palácio do Planalto, em outubro passado.

“Estão querendo alguma coisa não conseguiram durante o pleito. Claro, que quem é do governo, tem seus desafios. E nós sabemos enfrentá-los. Da mesma maneira que fomos competentes para derrotar a oposição, seremos capazes de mostrar mais uma vez a competência no governo federal”, avaliou.

O petista ressaltou que os próximos quatro da gestão da presidente serão de desafios. Ele se diz ainda convencido de que, assim como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em seus dois mandatos, Dilma Rousseff irá mostrar “competência”.

As falas vieram após questionamento de jornalistas sobre as recentes denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras, em evento que diplomou parlamentares eleitos e reeleitos no último pleito, no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Goiás (UFG) Professor Ricardo Freua Bufáiçal, no Campus Samambaia.

Eleições 2016

Sobre as eleições municipais em 2016, Rubens Otoni comentou que seu partido tem que fazer a “lição de casa” no ano que vem. “Temos que organizar o partido em todas as regiões do Estado e formar nossas lideranças. Além de darmos apoio aos possíveis candidatos, para chegar com força em 2016 e aumentarmos nossa representação institucional de prefeitos e vices.”

O parlamentar observou que a aliança entre PT e PMDB está estabelecida para os próximos quatro anos em nível federal, citando o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). “Mas nos estados e municípios a parceria se dá de acordo com cada realidade [regional]”, comparou.

O petista destacou ainda que o objetivo de sua legenda na disputa pelas prefeituras é o de dialogar com todas as legendas que compõem a base do governo federal, entre eles o PMDB. “Aí, dependendo da cidade, a aliança pode ser com outro partido”, concluiu.

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José Amilcar Serra

A eleição já foi. Mas a oposição tem 365 turnos por ano, avisa a ele. Se, com oposição, já está esse descalabro, imagina sem ela… bandidos !