Operação da Sefaz combate sonegação fiscal em cinco municípios de Goiás

Itumbiara, Cristalina, Catalão, Corumbaíba e São Simão são alvo de ação que não tem data para terminar

Divulgação

Para coibir o transporte de grãos sem notas fiscais, a Secretaria da Fazenda, a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra a Ordem Tributária (DOT) e o Batalhão Fazendário da Polícia Militar de Goiás, realizam operação em cinco cidades do interior: Itumbiara, Cristalina, Catalão, Corumbaíba e São Simão. As carretas são paradas para a conferência das notas fiscais e quem estiver sem documentação ou com documentação inferior ao tamanho da carga é autuado.

Operação Grãos não tem data para terminar e está inserida no planejamento estratégico do fisco de 2018, afirma o gerente de Arrecadação e Fiscalização, Luciano Pessoa, para ser realizada especialmente na época da safra, já iniciada.

A ação, completa Luciano, não termina na simples autuação do motorista da carreta, pois continua na secretaria para a identificação do produtor ou do corretor responsável pelos grãos, podendo transformar-se em inquérito policial, se caracterizado crime tributário.

Segundo informações da DOT, 17 policiais civis deslocaram-se para as cidades de Itumbiara, São Simão, Corumbaíba, Cristalina e Catalão, sob o comando da titular Ana Cláudia Stoffel. A Sefaz tem vários comandos volantes das delegacias fiscais envolvidos na operação.

Apreensões

Na manhã desta quarta-feira (7/3), no posto JK, em Itumbiara, na divisa de Goiás com Minas Gerais, foi apreendida carreta de milho com 58 toneladas com notas frias. Foi lavrado auto de infração de R$ 5 mil.

A delegada Ana Claúdia Stoffel tomou o depoimento do motorista. Ele disse inicialmente que a carga tinha saído de Rio Verde. Depois, apresentou nota de operação interna de Mato Grosso, que não vale em Goiás. O delegado fiscal de Itumbiara, José Fernando Costa, acompanhou todo o trabalho, que prosseguiu à tarde.

Em São Simão foram apreendidas duas carretas com milho com notas fiscais inidôneas. Uma delas carregava 32 toneladas de milho, vinha de Campo Alegre, mas tinha nota fiscal do Distrito Federal. Também foi autuada uma carga de cadeira sem fio e sem documentação fiscal em São Simão.

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