Obras do BRT e Leste-Oeste podem perder recursos do Ministério das Cidades

Prefeitura tem prazo apertado para apresentar documentação necessária para liberação da verba

Em reunião fechada na manhã desta sexta-feira (19/10), o ministro das Cidades, Alexandre Baldy (PP), o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB) e a superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Marise Fernandes, discutiram a liberação de recursos para a continuidade das obras do BRT e da Avenida Leste-Oeste.

No gabinete do prefeito, no Paço Municipal, também participaram do encontro os deputados federais Daniel Vilela (MDB), Heuler Cruvinel (PP), Pedro Chaves (MDB), o senador eleito, Vanderlan Cardoso (PP), alem de secretários municipais. A preocupação é porque Goiânia pode perder a verba federal caso não agilize a documentação necessária para lançar o edital de licitação das obras.

Caso os documentos não sejam enviados ao ministério até o final deste ano, a capital poderá ficar sem o dinheiro já destinado para a conclusão de obras fundamentais para a mobilidade da cidade. Só o Tesouro federal destinou R$ 70 milhões para o BRT.

O prazo é apertado, mas nos bastidores, auxiliares do Paço se mostram confiantes e acreditam que tudo será realizado a tempo.

A obra do corredor BRT estava parada desde 2017 e foi destravada no início deste ano  graças ao trabalho de Baldy no governo federal. O BRT vai ligar a cidade de norte a sul e contemplará alguns bairros de Aparecida. Os pontos finais serão os terminais Recanto do Bosque e Cruzeiro do Sul. Ao todo. o corredor terá 21,7 km de extensão, 12 terminais de integração e 40 estações de embarque e desembarque. Deve atender 120 mil pessoas por dia.

O investimento total é de R$ 271 milhões, sendo R$ 141 milhões de financiamento da Caixa Econômica, R$ 70 milhões em recursos do Tesouro federal e resto de contrapartida da prefeitura. A previsão para o término da obra é março de 2019.

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