No Tocantins, peritos e médicos legistas são contra greve

Segundo Sindiperito, sindicato dos grevistas, posicionamento do Sinpol não os representa. Paralisação começa na manhã de quarta-feira (25)

Greve na Polícia CIvila divide categoria, no Tocantins | Foto: Divulgação/Sinpol

Paralisação na Polícia Civil do Tocantins divide categoria | Foto: Divulgação/Sinpol

Os peritos criminais e médicos legistas do Tocantins não aderiram à greve da Polícia Civil do Estado, deflagrada em assembleia na última sexta-feira (20/2). Segundo o Sindicato de Peritos Oficiais do Estado do Tocantins (Sindiperito), os agentes continuarão exercendo suas funções normalmente.

A categoria alega que o posicionamento do Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins (Sinpol) é equivocada e que a entidade representativa não responde pelo Sindiperito. Na semana passada, o Sinpol divulgou nota dizendo que a greve deveria abranger todos os servidores.

“Sabemos das reais necessidades, mas acreditamos em uma negociação justa pelo governo, que realmente inclua todas as categorias da Polícia Civil”, respondeu o Sindiperito.

Greve

A paralisação de parte dos policiais civis do Tocantins deverá começar na próxima quarta-feira (25), a partir das 8 horas. A decisão foi tomada após assembleia, que contou com mais de 800 agentes. Após a reunião, o grupo seguiu para o Palácio do Araguaia para protestar contra o governo.

A maior reclamação dos servidores é por conta da medida que trata do realinhamento salarial, referente aos policiais civis. O governo do Tocantins suspendeu as promoções e progressões concedidas em 2014, na gestão do ex-governador Sandoval Cardoso (SD).

Os grevistas pedem o reconhecimento dos policiais civis como nível superior. No entanto, eles não recebem pela titularidade.

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