No desafio entre dois falastrões, Wanderlei Silva quis só briga e o arquirrival venceu

Foto: reprodução

Wanderlei Silva foi ao lendário Madison Square Garden para protagonizar baixaria. Era sua chance de finalizar, de forma positiva, na arena onde pisaram Mohammad Ali, Joe Frazier, George Foreman e tantos outros mitos dos ringues, sua futrica particular contra Chael Sonnen – que também não morre de amores pelo brasileiro.

Era a luta principal do Bellator, que hoje se tornou um UFC melhorado – todas as lutas foram de bom nível, com nomes veteranos como Fedor Emelianenko – que perdeu do americano Matt Mitrione com apenas 1 minuto e 14 segundos de luta – e promessas do MMA como Aaron Pico – grande favorito, mas humilhado pelo compatriota (ambos norte-americanos) Zach Freeman com uma finalização em menos de meio minuto. O brasileiro Douglas Silva também lutou e confirmou o cinturão contra o também ianque Lorenz Larkin.

Mas os holofotes estavam mesmo focados no último combate. E o “Cachorro Louco” não teve chance contra Sonnen. Já no começo do 1º round, seu arquirrival o levou à lona e Wanderlei tomou uma surra que por pouco não resultou em um nocaute técnico. Depois, já de pé, conseguiu seu único bom momento na luta, quando derrubou o norte-americano com um soco, mas já se perdeu ao cair. No chão, novamente foi dominado.

Mesmo quando teve a vantagem no solo, no 2º round, o brasileiro não se deu bem, porque realmente não tem técnica suficiente para competir contra Sonnen nessas condições. E no último tempo da luta isso se fez ainda mais evidente, quando foi imobilizado durante a maior parte do round. Quando acabou o tempo, vendo que o combate estava perdido, Wanderlei já se levantou reclamando da “falta de combatividade” do desafeto. Desculpa de perdedor.
Ficou mais feio ainda quando Chael Sonnen estava concedendo a entrevista e o brasileiro o empurrou no ombro. O vencedor só olhou para trás, com um jeito indiferente. Ele subiu no octógono para lutar. O brasileiro sem noção só queria briga. Saiu completamente humilhado. Justificando o apelido, ladrou muito, mas não mordeu, porque não tem talento para isso.

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