Negado pedido de vistas ao projeto da reforma administrativa

Solicitação partiu do vereador Tayrone di Martino. Início da primeira votação do projeto na Casa está previsto a partir das 13h35

Carlos Soares e Paulo Magalhães: base derrubou pedido de vistas | Foto: Alberto Maia/Câmara de Goiânia

Carlos Soares e Paulo Magalhães: base derruba pedido de vistas | Foto: Alberto Maia/Câmara de Goiânia

Começaram às 12h35 as discussões sobre o projeto de reforma político-administrativa do Paço Municipal, a ser apreciado em primeira votação na Câmara de Vereadores de Goiânia, na tarde desta quinta-feira (21/5).

Um dos primeiros a usar a palavra foi Tayrone di Martino (sem partido), ao pedir vistas ao texto. Assim como outros parlamentares da oposição, ele defende a tese de que o pacote de 15 emendas que chegou à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) é um projeto substitutivo que chegou de última hora. “Ninguém esperava votar sem saber, precisávamos tirar dúvidas. Queria conhecer também como foi o acordão entre a prefeitura e vereadores que não são da base”, disse, em entrevista ao Jornal Opção Online, se referindo ao Bloco Moderado, que se posicionou a favor da reforma.

Paulo Magalhães (SD), da base, estava confiante na aprovação do pedido de vistas. Mas o placar da votação ficou 19 votos contra a solicitação e nove a favor. “Dra. Cristina [Lopes, do PSDB] eu não tive tempo de ler o seu relatório, mas vou ler. E se tiver algo que me desagrada eu vou mudar”, afirmou em plenário, se referindo à relatora do projeto na CCJ.

Líder da base, Carlos Soares (PT) descartou a hipótese, mais cedo. O argumento foi o de que Elias Vaz (PSB), presidente da CCJ, repassou a todos os vereadores as emendas apresentadas após a reunião de ontem. “Essa justificativa [do Tayrone] não cola. Colaria se ele precisasse de mais tempo para analisar o projeto. Acho que será aprovado hoje mesmo”, adiantou.

O petista solicitou à Mesa Diretora e conseguiu, por maioria, aprovar a extensão da sessão plenária desta quinta-feira.

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