“Não houve motim, nem divisão”, sentencia Francisco Jr. sobre PEC do Teto

Consenso entre deputados da base e governo estadual promoveu mudanças em termos da proposta que limite gastos públicos

Deputados Carlos Antônio, Francisco Jr. e Henrique Arantes (ao fundo) | Foto: Sérgio Rocha

O deputado Francisco Jr. (PSD) fez questão de afastar as especulações, propagadas em especial por opositores, de que haveria desavenças entre os parlamentares da base e o governador Marconi Perillo (PSDB) nas negociações sobre a PEC do Teto de Gastos.

Durante coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira (10/5), o pessedista reconheceu a importância da proposta, mas afirmou que era preciso fazer alterações no texto para garantir direitos de servidores.

“Repudiamos qualquer declaração de que há motim ou divisão, isso não existe. O que existe é um projeto importante, necessário, mas o que nós queríamos era garantir a boa prestação dos serviços”, sentenciou.

Após intensa negociação com o Palácio das Esmeraldas, os seis deputados que haviam apresentado votos em separado ao relatório do tucano Gustavo Sebba noticiaram que o governo aceitou promover mudanças na PEC.

Para Francisco Jr., o debate com o governo, “em tom de muito respeito”, foi fundamental para assegurar direitos dos servidores e trazer medidas concretas para  não prejudicar a prestação de serviços públicos que são essenciais para a população.

Entre as mudanças, propostas pelos deputados e acatadas pela gestão Marconi Perillo (PSDB), estão a manutenção das promoções, reajustes e pagamento de quinquênios a todos os servidores. A proibição de concursos e incentivos fiscais também será retirada do texto original.

“As mudanças na proposta somam R$ 220 milhões que voltarão a ser investidos nos servidores públicos. O estado de Goiás está melhor que outros estados economicamente, mas a forma como aplica seus investimentos precisa ser revista”, arrematou.

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