“Não faz diferença se é uma cepa ou outra”, diz superintendente do HC sobre pacientes vindos de Manaus

Segundo o médico, todos os pacientes estão isolados e não terão risco de contaminação para outros ou mesmo para colaboradores

Hospital das Clínicas Covid | Foto: Lívia Barbosa/ Jornal Opção

O superintendente do Hospital das Clínicas de Goiânia (HC), José Garcia, informou nesta terça-feira, 19, que mobilizou toda a equipe da emergência da unidade para salvar dois dos 18 pacientes infectados com a Covid-19, que vieram de Manaus. Eles que chegaram a capital goiana na segunda-feira, 18, para continuar o tratamento após colapso na rede pública de saúde com falta de oxigênio nas unidades e hospitais.

“Tivemos que reunir praticamente toda nossa equipe para salvar a vida dos dois últimos que chegaram em estado de instalação de óbito, foi um esforço muito grande para estabilizá-los”, explicou.

Sobre as mutações do vírus Garcia contou que não faz diferença para o atendimento, neste momento, se eles estão com alguma mutação do vírus. “Não faz diferença se é uma cepa ou outra, estamos tratando como 18 cepas diferentes. Todos estão isolados e não terão risco de contaminação para outros pacientes ou colaboradores”.

Estado de saúde

No HC estão internados 18 pacientes, sendo que 11 estão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI); sete na enfermaria. Nove deles estão estáveis; nove em estado grave, dois mas graves e outros 2 gravíssimos. Já os 14 pacientes que foram transferidos para o Hospital Municipal de Aparecida, cinco deles estão na UTI e nove na enfermaria.

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