Na TV, Eliton presta contas de situação fiscal do Estado e reafirma compromisso com medidas de austeridade

Candidato foi sabatinado nesta sexta-feira (14/9) no Jornal Anhanguera 1ª edição

Foto: Wildes Barbosa

O governador Zé Eliton foi o entrevistado desta sexta-feira (14/9) no Jornal Anhanguera 1ª edição. Sabatinado pelos jornalista Jackson Abrão, Matheus Ribeiro, Lilian Lynch e Luciano Cabral, o governador respondeu questionamentos e apresentou propostas de campanha.

Entre os temas abordados, Zé Eliton comentou os resultados das pesquisas de intenção de voto. “Não tenho bola de cristal pra saber qual pesquisa está certa. Portanto, eu fico com meu trabalho, com a minha determinação, meu foco em gerir.”

Na entrevista, o candidato também prestou contas de situação fiscal do Estado e reafirmou compromisso com medidas de austeridade. Zé Eliton disse que a situação das contas “é apertada”, mas que com planejamento e responsabilidade, serviços, folhas e contratos seguem em dia, apesar dos efeitos da crise econômica nacional.

“Não existe solução mágica, como tentam fazer crer os adversários, mas muito trabalho, organização e planejamento”, disse o governador. Zé Eliton garantiu que “com muito trabalho”, Goiás vai seguir se desenvolvendo e avançar mais em todas as áreas. O governador disse que a gestão mantém um programa permanente de ajuste fiscal no Estado.

Zé Eliton lembrou que as medidas adotadas para o ajuste fiscal são reconhecidas nacionalmente e citou o anúncio, nesta sexta-feirado Ranking Nacional de Competitividade da CLP em parceria com a Consultoria Tendências, de que Goiás é o quinto estado em solidez fiscal. “Não somos nós que estamos falando, são consultorias externas que apontam essa realidade”, assinalou.

O governadoriável também lembrou que o Tribunal de Contas do Estado aprovou por unanimidade as contas do Estado. “Portanto, dentro de um conjunto de ações que estamos fazendo, buscamos, ao longo dos anos, reduzir a relação dívida-receita do estado”, disse. O governador disse que em 1999, era preciso três anos de receita para pagar a dívida. “Hoje, precisamos de menos de um ano para pagar a dívida. “Portanto, nós temos uma relação dívida-receita extremamente salutar”, afirmou.

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