O médico tinha sido colocado em liberdade provisória com uso de tornozeleira eletrônica

Ginecologista e obstetra, Nicodemos Júnior Estanislau Morais | Foto: Instagra
Ginecologista e obstetra, Nicodemos Júnior Estanislau Morais | Foto: Instagram/Reprodução

Na tarde desta terça-feira, 5, o Ministério Público de Goiás (MPGO), por intermédio da 8ª Promotoria de Justiça de Anápolis, recorreu à decisão que concedeu a liberdade provisória ao médico Nicodemos Júnior Estanislau Morais. Ele é acusado de cometer abusos sexuais contra mais de 50 pacientes.

De acordo com a promotora de Justiça Camila Fernandes Mendonça, a prisão é necessária para a garantia da ordem pública, para conveniência da instrução criminal e para assegurar a aplicação da lei penal. A Justiça já tinha determinado que o ginecologista não poderia exercer a profissão e que ficaria proibido de se aproximar das vítimas ou qualquer pessoa que faz parte das investigações contra ele.

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Morais foi preso no último dia 29 de setembro, em seu consultório, após a denúncia de três pacientes. Após a prisão, várias denúncias contra ele vieram à tona. Segundo a Polícia Civil, mais de 50 mulheres denunciaram o médico por algum tipo de abuso.

Ele é suspeito de cometer diversos tipos de abuso nos estados de Goiás, Pará, Paraná e Distrito Federal.