MPGO cumpre mandados de busca e apreensão em uma das maiores redes de fast food de Goiás

Cumprimento das ordens judiciais ocorre simultaneamente no Distrito Federal, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Santa Catarina

fast food

Promotores e a PMGO se reúne antes do cumprimento das ordens judiciais |Foto: Divulgação / MPGO

O Ministério Público de Goiás (MPGO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Centro de Segurança Institucional e Inteligência (CSI), cumpre nesta quarta-feira (10/12), mandados de busca e apreensão em uma rede de fast food no Estado. A ação é realizada em parceria com a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) e a Polícia Militar.

O cumprimento das ordens judiciais ocorre simultaneamente no Distrito Federal, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, também numa parceria dos MPs com as Secretarias da Fazenda e polícias.

As investigações até agora apontam a existência de indícios de esquema para deixar de recolher parte dos tributos devidos, especialmente com a utilização de notas fiscais indicando valores inferiores aos praticados nas operações (subfaturamento); falsa classificação dos produtos em notas fiscais; ocultação de receitas, e, muitas vezes, sem o fornecimento de documento fiscal ao consumidor, tudo controlado por sofisticado sistema de informática.

O nome da operação, Flex Food, foi escolhido para designar a área de atuação da rede de empresas investigadas, englobando ainda a denominação utilizada pelos suspeitos de participar do esquema.

Em Goiás, participam da operação 12 promotores de Justiça, 30 servidores do Ministério Público, 34 servidores da Sefaz e 30 policiais militares. Os resultados da Operação Flex Food em Goiás serão apresentados no final da tarde desta quarta-feira.

*Com informações da Assessoria de Imprensa MPGO

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antonio oliveira

Tinha que ir procurar os ladrões que roubaram a petrobras e não de pessoas que trabalham e dão emprego a mais de 20.000 pessoas

antonio Oliveira

Tem que ir atraz do dinheiro desviado dos órgãos do governo e ninguém faz nada