Ministério Público deve entrar na Justiça contra flexibilização das atividades em Aparecida de Goiânia

Procurador-geral de Justiça, Aylton Flávio Vechi afirma que é necessário verificar base dos decretos para adotar uma medida judicial mais rápida possível

Em Aparecida comércio funciona por escalonamento | Foto: Claudivino Antunes

O Ministério Público de Goiás (MP-GO), pretende entrar na Justiça contra as medidas que flexibilizaram o funcionamento de atividades econômicas em Aparecida de Goiânia e Anápolis. O procurador-geral de Justiça, Aylton Flávio Vechi disse que vai verificar a base dos decretos para adotar uma medida judicial cabível.

“Nossa dificuldade é de compreender no atual momento, como uma cidade ao lado de Goiânia em que até a divisão de Goiânia para Aparecida não sabemos ao certo onde estão os limites ali fixados, como é que ela pode estabelecer macrorregiões e evitar a transmissibilidade que agora nós percebemos com essa nova cepa  P.1, ela é muito alta. Então, nessa vertente que nós vamos verificar em que se basearam esses decretos para depois adotar uma medida judicial”, afirma.

O procurador-geral ressalta a alta taxa de ocupação dos leitos de UTI em ambas as cidades. “Levando isso em consideração nós vamos apurar em que se baseou a decisão do COE e do prefeito municipal que decretou essa flexibilização para com mais segurança agilizarmos uma ação na Justiça”.

As flexibilizações já estão vigorando a partir desta segunda-feira, 15, por isso o MP-GO pretende realizar nesse primeiro momento um estudo  jurídico, para que possa ser tomada uma decisão o mais rápido possível. “É preciso dar segurança para a sociedade e eu não vou investir em algo que torne ainda mais insegura a sensação da população quanto ao momento crítico. Se não havia motivo antes para a flexibilização, muito menos há agora”, conclui Aylton Flávio Vechi .

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