Marconi sobre corrupção nos governos petistas: “Se FHC não tivesse privatizado, não sobraria nada”

Durante discurso na Convenção Nacional do PSDB, governador defendeu construção de agenda propositiva e foi aplaudido ao criticar governos petistas

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin (esquerda), o ex-Presidente da República Fernando Henrique Cardoso, o governador de Goiás Marconi Perillo e o presidente reeleito do PSDB Aécio Neves | Foto: Reprodução/Facebook

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin (esquerda), o ex-Presidente da República Fernando Henrique Cardoso, o governador de Goiás Marconi Perillo e o presidente reeleito do PSDB Aécio Neves | Foto: Reprodução/Facebook

Durante discurso realizado convenção nacional do neste domingo em Brasília (5/7), o governador Marconi Perillo defendeu a necessidade de uma agenda propositiva do partido para o Brasil. Ele afirmou que o PSDB é o partido que tem capacidade de aglutinar as oposições para a construção de uma plataforma de governo viável.

“Eu tenho certeza de que, sob o comando de Aécio Neves na presidência do PSDB, e com o apoio de nós todos, nós vamos apresentar ao Brasil uma agenda real, uma agenda honesta, uma agenda pró-ativa que signifique mudanças e uma melhorias para os brasileiros”, disse.

O governador propôs que o partido elabore uma agenda de reformas administrativa, política, previdenciária e tributária para restabelecer a confiança dos investidores e da população nas instituições públicas. Ele comparou ainda os governos petistas com o governo de Fernando Henrique Cardoso.

“Eu vejo as notícias sobre o Petrolão e fico imaginando se o nosso presidente Fernando Henrique não tivesse tido a coragem de privatizar a Vale, a CSN, a Embraer, as teles, imaginem, imaginem essas empresas todas nas mãos dos governos do PT. Não sobraria nada, nada!”, afirmou.

Marconi prestou homenagem durante o evento ao cantor Cristiano Araújo, morto em um acidente de carro no final de junho, pedindo um minuto de silêncio e que fosse tocado o jingle da campanha à Presidência da República de Aécio Neves interpretado pelo sertanejo.

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