Marconi reage a ataques e diz que Kajuru é “rei da farsa e da tapeação”

Ex-governador respondeu ofensas durante entrevista nesta terça (18)

Divulgação

O ex-governador Marconi Perillo (PSDB), candidato ao Senado, resolveu nesta terça-feira (18/9), em entrevista à rádio Sucesso, desabafar sobre os ataques do vereador Jorge Kajuru (PRP), também candidato ao Senado.

“Ele é o rei da farsa, o rei da tapeação. Ele não é doido nem psicopata como alguns acham. Ele é o rei da malandragem, o pior mau caráter que eu já conheci na vida, o pior canalha, ele é o cara que mente para ele mesmo e acredita na mentira. Um demônio vestido de anjo”, disse Marconi,  quando questionado sobre os ataques de Kajuru ao seu trabalho.

“É aquele tipo de gente do faz o que eu mando, mas não faça o que eu faço. Ele deu uma entrevista dizendo o seguinte: ‘No dia em que eu for candidato, não acredite mais em mim, porque eu vou ser ladrão, eu vou roubar da população'”, observou o ex-governador. “Ele é um malandro que nunca trabalhou na vida, que não tem nada de doido nem de psicopata, é um mau caráter que as pessoas precisam conhecer, eu sintetizaria dizendo o seguinte: é um demônio vestido de anjo”, afirmou Marconi.

“Ele não vai roubar, ele já rouba. Quem vivia pedindo dinheiro pro Cachoeira, mentindo que não recebe salário, mas recebe consignado da Câmara de Vereadores. Ele usa a estrutura da Câmara para fazer fake news em relação a mim e à Lúcia Vânia. Quem mente, rouba”, completou.

*Atualização

Em resposta ao Jornal Opção, Kajuru rebateu as críticas de Marconi e as classificou como sórdidas. “No próximo dia 7 de outubro, Deus e a população goiana vão julgar”, afirmou.

“Eu recebi um atestado de idoneidade e nem esperava ter chegado à gloria ao ouvir os ataques covardes e pusilânimes de Marconi Perillo ao dizer que sou vagabundo malandro e nunca trabalhei. Peço a ele que confira a minha história de vida trabalhista desde os 13 anos de idade com direito a carteira de trabalho na rádio Renascença de Ribeirão Preto, aos 13 anos de idade, ao lado de Datena, Heraldo Pereira, e Marília Gabriela (todos vivos para comprovar). A grande diferença é que eu trabalhei a vida inteira de formas honesta, histórica e reconhecida em todo o Brasil.”

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