Marconi: “Marca do PSDB é a probidade, decência e a competente gestão pública”

Durante ato nacional de filiação, governador de Goiás exaltou administrações tucanas e força do Centro-Oeste

Governador Marconi Perillo ladeado pelo presidente estadual do PSDB de Goiás, Afrêni Gonçalves, e o vice-presidente nacional, Giuseppe Vecci | Foto: reprodução / Siga Marconi

Governador Marconi Perillo ladeado pelo presidente estadual do PSDB de Goiás, Afrêni Gonçalves, e o vice-presidente nacional, Giuseppe Vecci | Foto: reprodução / Siga Marconi

O governador Marconi Perillo (PSDB) exaltou as gestões do PSDB no Brasil durante o Ato Nacional de Filiação ao partido, comandado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), e que contou com a participação de várias lideranças tucanas em todo o País.

Em discurso transmitido nacionalmente, Marconi afirmou que tem a “honra” de ser tucano, destacando que a marca do PSDB é “a probidade, decência, princípios, valores e a competente gestão pública”.

Após assinar a ficha de filiação de 16 prefeitos goianos que deixaram seus partidos e se filiaram ao PSDB, o governador resgatou a história do partido, pelo qual milita há 20 anos — já tendo sido deputado, governador e senador. “Coube a nós acabar com a praga da inflação, implantar o Plano Real, democratizar as telefonias e é graças ao PSDB que não temos uma crise energética pior”, enfatizou.

Por acreditar que o PSDB “presta serviço de qualidade, respeita as pessoas e tem compromisso com os direitos humanos”, Marconi acredita que é o tucanato que tem as qualidade necessárias para “administrar com competência o País”.

“O PSDB é comprometido com a boa e eficaz gestão pública. Comprometido com a administração que faz muito com menos, que economiza, realiza obras de serviço e qualidade. Esse é o partido que mudou o Brasil e que muda os estados”, versou ele.

Mais comedido do que no discurso da convenção da metropolitana do partido em Goiânia — quando afirmou que ficará no partido até morrer –, o governador Marconi Perillo cuidou para não fazer críticas diretas ao governo federal e restringiu a falar sobre a “crise profunda, econômica, ética e moral” que se instalou no Brasil.

Além disso, o tucano exaltou o fato de que o Centro-Oeste terá, após a filiação do pedetista Pedro Taques (MG), três governadores do PSDB — somente o do DF, Rodrigo Rollemberg (PSB), não fará parte do partido.

“Tenho privilégio de ser de uma região que tem papel relevante para o Brasil. Nós, aqui no Centro-Oeste, não somos problema somos solução para o País. Somos Estados que colaboram para o superávit das exportações” e completou alfinetando: “Apesar de não sermos reconhecidos pelo governo federal, que não nos repassa os fundos de exportações”.

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