Marconi diz que Goiás soube agarrar oportunidade para ser 1º Estado a sair da crise

Governador afirmou que enxugar o Estado foi algo que o governo “agarrou” desde 2014 para criar soluções para a recessão econômica no território goiano

Marconi Perillo (PSDB) destaca parcerias com a iniciativa privada e redução da estrutura do Estado para criar cenário de superação da dívida pública | Foto: Eduardo Ferreira

Marconi Perillo (PSDB) destaca parcerias com a iniciativa privada e redução da estrutura do Estado para criar cenário de superação da dívida pública | Foto: Eduardo Ferreira

No lançamento do Ciclo de Palestras: Caminhos para as Competitividades, no Alpha Park Hotel, em Goiânia, o governador Marconi Perillo (PSDB) afirmou nesta quarta-feira (1º/6) que soube aproveitar a oportunidade criada pela crise econômica para ajustar as contas na administração pública estadual e ser o primeiro Estado com condições de superar as dificuldades econômicas.

“Toda crise é uma oportunidade, e a que  agarramos desde o início de 2014 foi a de enxugar o Estado”, declarou Marconi no discurso feito no lançamento evento, que é o novo projeto do Movimento Goiás Competitivo (GCM).

“Me debruço todo dia, com minha equipe da área econômica e secretários, para avaliar números e metas a serem atingidas, cobrando de todos. Depois de  muitas medidas amargas ano passado e boas parcerias e excelentes parcerias, vamos chegar ao final deste ano bem melhor que no ano passado, quando a crise eclodiu no Brasil.”

Para o tucano, mesmo com o cenário de crise, com Estados sem pagar salários de servidores, Goiás garante o pagamento de 110 mil funcionários de forma adiantada ao que determina a lei, até o dia 30 do mês referente ao vencimento. “Os outros, com salários maiores, pagamos rigorosamente dentro da lei, e até o dia 10 do mês seguinte”, comentou.

Em seu discurso, Marconi relatou que, em 2014, reduziu a quantidade de cargos e secretarias para enxugar o Estado. Depois, criou programas como Inova Goiás e Goiás Mais Competitivo. “Focar na competitividade vai nos ajudar a alcançar nossos objetivos.”

Para plateia formada por empresários, gestores públicos e jornalistas, o tucano declarou que essas ações são coordenadas pelo Estado, mas contam com o envolvimento também do setor privado. “Goiás oscilou entre 9º e 10º lugares na última década em competitividade. Para chegarmos ao 5º, é preciso sair de uma média de 6,2 para 6,5. Está muito perto”, afirmou.

O governador fez agradecimentos ao presidente do conselho do GCM, Jorge Gerdau. “Desde 2011, Gerdau ajudou a viabilizar algumas metas. A primeira delas, liderada por Thiago Peixoto ainda à frente da Educação, foi tirar o Estado do 16º lugar no Ided para o primeiro lugar no Ensino Médio e 2º lugar no ensino fundamental, em 2013.”

De acordo com Marconi, as parcerias com a iniciativa privada contribuíram para melhorar a gestão fiscal, tributária e dos gastos públicos. “Conseguimos atingir todas as metas no ano passado; com apoio do setor privado, vamos continuar de olhos abertos, para que os gastos não cresçam além das nossas possibilidades”, comentou o tucano.

“Liderança”

Osório Adriano Neto, presidente da Brasal, fez elogios ao “ambiente propício ao empreendedorismo em Goiás” conseguido por meio da atuação de Marconi.

“Sou um grande admirador deste Estado, que cresce a cada dia, graças à grande liderança que vocês têm, que é o governador Marconi Perillo”, afirmou o líder do grupo, sediado no Distrito Federal. “Trata-se de um empreendedor, uma liderança que falta ao Brasil, que proporciona a integração entre o setor público e a iniciativa privada. É isso que faz a diferença”, disse Osório.

E continuou: “Quem vem de fora e vê esse ambiente propicio aos negócios vê que não é a realidade do Brasil”. Mesmo com faturamento em 2015 de R$ 1,6 bilhão em sua empresa, Osório afirmou que o ambiente empresarial de Goiás não existe no Distrito Federal. “Isso só é possível com parcerias, que precisam ser preservadas.”

Pedro Bittar, presidente do Goiás Mais Competitivo, afirmou que começa agora uma nova etapa no Estado, que precisa da união de todos para não deixar passar esse cenário de oportunidades, com o setor empresarial assumindo a sua “responsabilidade”. (Com informações do Gabinete de Imprensa)

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