Manifestantes contrários à reforma da Previdência tentam invadir Congresso novamente

Na Comissão Especial que trata sobre o tema, deputados de oposição criticam restrições na entrada de pessoas no prédio

Segurança foi reforçada após o protesto de agentes penitenciários na semana passada | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Menos de uma semana depois de invadirem o Congresso e adiarem a votação da reforma da Previdência, um grupo de agentes penitenciários voltaram ao local para, de novo, tentar entrar no prédio. A tentativa foi frustrada, no entanto, porque a segurança foi reforçada por causa do protesto da semana passada.

Durante todo o dia, policiais fazem várias barreiras em torno dos anexos da Câmara dos Deputados. Por causa da discussão da reforma, só podem ter acesso ao Congresso os parlamentares, servidores, assessores legislativos e profissionais da imprensa.

Nesta terça-feira (9/5), estão sendo votados os destaques ao projeto substitutivo do deputado Arthur Maia (PPS-BA). Dentro da comissão, a oposição protesta contra o impedimento do acesso de manifestantes à Casa.

No total, oito destaques estão sendo discutidos. Até agora, a Comissão Especial que avalia o tema já aprovou a manutenção de ações contra o Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS) na Justiça estadual; e rejeitou a proibição de novas isenções ou reduções de alíquotas de contribuições previdenciárias depois que a emenda fosse promulgada; e manteve a idade mínima de 57 para mulheres trabalhadoras rurais e 60 para os homens.

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