Magda Mofatto diz que jogos de azar devem ser legalizados ainda em 2017

Deputada federal comentou ainda a proximidade entre o PR municipal e administração Iris Rezende (PMDB) o que, afirma, não sinaliza parceria para as próximas eleições

Magda afirmou que sua prioridade em 2017 é atuar para garantir governabilidade ao presidente Michel Temer (PMDB) | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Câmara dos Deputados

A deputada federal Magda Mofatto (PR) comentou, em entrevista ao Jornal Opção, suas expectativas para o ano de 2017 na Câmara dos Deputados. Para ela, a prioridade será dar governabilidade para Michel Temer (PMDB): “Não podemos insistir em trocar presidente porque temos que dar estabilidade ao governo para que o país volte a crescer.”

Apesar de 2016 ter sido “tumultuado”, a parlamentar acredita que esse novo ano será mais tranquilo, inclusive para discussão de proposições dos deputados. Ela destaca principalmente o Projeto de Lei nº 442/1991, o chamado Marco Regulatório dos Jogos no Brasil, que, aponta, deve ser aprovado ainda em 2017.

2018

Magda falou também sobre a presença PR na administração Iris Rezende (PMDB) o que, afirma, não é uma sinalização do que os dois partidos caminharão juntos em 2018. Segundo ela, a posse de Felisberto Tavares (PR) na Secretaria Municipal de Trânsito (SMT) foi uma decisão do Diretório Metropolitano.

“Não se trata de apoio ao Iris, houve um convite, PR Metropolitano tomou a decisão e eu respeito”, disse ela. “Iris Rezende resolveu prestigiar o partido e eu fico satisfeita, é um reconhecimento do nosso trabalho”, comemorou.

Sobre 2018, Magda afirmou que o PR está “de portas abertas para conversar”, mas que deve realmente ficar na base do governador Marconi Perillo (PSDB). “A partir desta ano que se iniciam as conversações sobre 2018, muita coisa vai acontecer e só assim nos decidiremos. Nós estamos vendo uma aproximação de Iris e do PSDB, então tudo pode acontecer.”

Questionada sobre seu futuro político nas próximas eleições, no entanto, Magda não quis confirmar se realmente será candidata ao Senado. De acordo com a parlamentar, a possibilidade existe, mas decisão final ainda vai ser discutida: “Sou política, qualquer candidatura que vier acontecer será de comum acordo com meu grupo político e pessoas que me apoiam”.

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