Lojistas da 44 acusam gestão Iris de omissão e reclamam da falta de segurança

Eles protestaram também contra a presença de ambulantes na região. Prefeitura prometeu mais fiscalização a partir desta quinta-feira (15/9), mas ainda não cumpriu

“Virou uma terra sem lei: não tem fiscalização, não tem segurança”, reclama lojista | Foto: Larissa Quixabeira/ Jornal Opção

Os lojistas da 44 protestaram nesta quinta-feira (14/9) na Câmara Municipal contra a falta de segurança e a presença de ambulantes na região. Eles reclamam que, embora o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB) ter prometido que a Polícia Militar (PM) começaria a atuar na região já nesta quinta-feira, a medida ainda não foi efetivada.

Segundo a comerciante Priscila Gonçalves, que representa os comerciantes da reunião, Iris afirmou ter feito um acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP) para que a PM acompanhasse os fiscais que trabalham na área. “Essa promessa era para hoje, como foi anunciado pelo prefeito de Goiânia há alguns dias atrás, mas infelizmente nenhuma fiscalização está atuando na região da 44”, denunciou ela.

“As ruas estão totalmente obstruídas pelos ambulantes, você não consegue trafegar nem de veículo nem a pé e é uma questão sanitária também — porque tem pessoas com laudos médicos que comprovam que passaram mal pela comida que ali consumiram –, o trânsito ali é caótico”, reclamou a lojista.

Ela disse ainda que até o Terminal Rrodoviário estaria sendo prejudicado pelos ambulantes e, por isso, também estaria no movimento. Priscila disse ainda que os lojistas tentam há três semanas marcar uma audiência com Iris, mas até agora a prefeitura não os recebeu. Diante do quadro, eles farão uma manifestação na próxima sexta-feira (15), às 16 horas na Rua 44.

Além de os comerciantes reclamarem da presença dos ambulantes em frente às suas lojas, eles também afirmam receber ameaças diariamente. “Não só aos lojistas quanto também aos feirantes da Feira Hippie e da Feira da Madrugada. Por isso que nós falamos que virou uma terra sem lei: não tem fiscalização, não tem segurança, é uma omissão total do poder público.”

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