Local da morte do líder da Sangue Colorado, do Vila Nova, não foi preservado para perícia

Morte de Bruno Eurípedes Rodrigues teria sido motivada por rixa entre torcidas organizadas rivais. Policiais chegaram à casa e vítimas não estavam na cena do crime

Bruno Rodrigues, presidente da torcida Sangue Colorado, do Vila Nova | Foto: Reprodução

Bruno Rodrigues, presidente da torcida Sangue Colorado, do Vila Nova | Foto: Reprodução

O local da morte de Bruno Eurípedes Rodrigues, de 29 anos, presidente da torcida organizada Sangue Colorado, do Vila Nova, não foi preservado para perícia. Ele foi morto na noite da última quarta-feira (29/10), no Setor Cidade Vera Cruz 2, em Aparecida de Goiânia.

Segundo o titular do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH), Kleber Leandro Toledo Rodrigues, houve também a tentativa de assassinato. Diante da situação, a dona da casa onde o crime ocorreu, Sandra Regina, acionou a Polícia Militar. O socorro às vítimas foi feito depois.

“Como houve crime tentado, ou seja, a intenção de matar outra pessoa, não houve perícia e quando os policiais chegaram não tinha mais ninguém lá”, informou, em entrevista ao Jornal Opção Online nesta sexta-feira (31). A mulher relatou ao investigadores que a morte teria sido causada por rixas entre torcidas organizadas, sem mais detalhes.

As primeiras apurações apontam que Bruno Rodrigues estava em uma residência acompanhado de Johnas Cleber Brito da Silva e outros conhecidos. Em determinado momento, dois homens encapuzados entraram no local e efetuaram vários disparos contra eles.

Inicialmente, as vítimas foram encaminhadas para o Cais do Jardim Nova Era. Depois, Bruno Rodrigues foi levado para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), mas morreu durante cirurgia. Já Johnas da Silva foi atingido no lado direito do tórax e está internado no Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia (Huapa). Não há informações sobre seu estado de saúde.

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