Justiça prorroga prisão dos investigados na Operação Compadrio

Diretor da Agetop e outras três pessoas ficarão ao menos mais cinco dias detidos

A Justiça goiana atendeu a solicitação do Ministério Público de Goiás (MPGO) e decidiu pela prorrogação da prisão temporária de detidos na Operação Compadrio, deflagrada pelo órgão ministerial na terça-feira (11/8).

Dos sete presos temporários, que têm o prazo da detenção vencendo neste sábado (15), os promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) solicitaram a prorrogação por mais cinco dias de quatro deles, que são José Marcos de Freitas Musse, Sandra Beatriz Correia e Costa, Ednei Moreira Borges e Osmar Pires de Magalhães.

Também continuam detidos Sebastião Costa Filho e Geraldo Magella Rodrigues, que estão com a prisão preventiva decretada. Segundo a assessoria do MPGO, os promotores e a Justiça entenderam que ainda se faz necessária a continuação da prisão destas pessoas para a continuidade das investigações.

A Operação Compadrio apura a prática de crimes contra a Administração Pública realizadas por uma organização criminosa instalada em órgãos públicos do Estado de Goiás. De acordo com o Ministério Público, esse grupo utilizava funcionários fantasmas e empresas laranjas para desviar dinheiro público.

Foram apuradas também práticas de favorecimento em licitações públicas, lavagem de dinheiro e retirada fraudulenta de restrições bancárias, cartorárias e no cadastro de proteção ao crédito, todos eles contando com a colaboração e participação de funcionários públicos.

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