Justiça mantém decisão que encaminhou Carlinhos Cachoeira para regime semiaberto

Caso agora ficará sob responsabilidade do juiz Iscar de Oliveira, da 7ª Vara Criminal de Goiânia

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), por maioria de votos, seguiu o voto do relator, desembargador Luiz Cláudio Veiga Braga, concedendo habeas corpus impetrado pela defesa de Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, para manter decisão liminar da 7ª Vara Criminal de Goiânia para que contraventor seja encaminhado para o regime semiaberto. Determinou, ainda, que o processo siga sob a tutela do juiz Oscar de Oliveira Sá Neto.

Cachoeira foi condenado a 6 anos e 8 meses de prisão pelos crimes de corrupção e fraude em licitação no caso Loterj. A condenação está relacionada com o caso que foi investigado na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos, em 2004, que apurou o uso de casas de bingo para lavagem de dinheiro.

Na época, o então assessor da Casa Civil da Presidência da República, Waldomiro Diniz, foi exonerado do cargo após divulgação de uma fita de vídeo em que aparecia pedindo propina a Cachoeira.

No entanto, após entrar com recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), a pena de Cachoeira foi reduzida para 4 anos, e a progressão para o regime semiaberto, utilizando tornozeleira eletrônica.

Com a decisão da 2ª Câmara Criminal, a partir de agora, a ação penal ficará sob responsabilidade do juiz Oscar de Oliveira, da 7ª Vara Criminal de Goiânia.

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