Justiça Eleitoral nega pedido de recurso que pedia anulação de candidaturas do Avante em Goiânia

Tribunal acompanhado pelo Ministério Público, considerou que houve insuficiência de provas, não configurando fraude eleitoral ou descumprimento da cota

Tribunal Regional Eleitoral de Goiás | Foto: Divulgação

O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) julgou no final da tarde desta terça-feira, 26, como improcedentes, os recursos movidos pelo Partido Republicano da Ordem Social (Pros) e pelo Partido Verde (PV), que pediam a anulação de candidaturas dos vereadores do Avante eleitos por Goiânia, Thialu Guiotti e Geverson Abel por descumprimento de cota feminina nas eleições de 2020.

O Tribunal acompanhado pelo Ministério Público, considerou que houve “insuficiência de provas, não configurando fraude eleitoral ou descumprimento da cota reservada às mulheres no referido sufrágio.” A Justiça Eleitoral já havia dado ganho de caso ao Avante, mas os partidos recorreram da decisão.

“Já havíamos ganhado a causa em primeira instância. O que foi julgado pelo TRE foi a análise do recurso, sendo a sentença mantida por unanimidade pelos sete juízes do Tribunal que compõem o Colegiado. Desde o início estávamos tranquilos de que os recursos seriam negados. Sabemos que nossa campanha foi limpa e dentro da lei e que nossa eleição foi legítima,” disse o vereador e presidente do Avante em Goiás, Thialu Guiotti.

O Avante já havia obtido parecer em seu favor quando o juiz responsável pelo caso entendeu que, o juiz do Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (Drap), deveria ter notificado o partido sobre possíveis penalidades no caso de descumprimento do previsto em lei.

Os juízes decidiram pela improcedência do pedido sob o argumento de que “não havia nada que o partido em questão pudesse fazer em tempo hábil”.

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