Justiça bloqueia bens de Sérgio Bravo por improbidade administrativa

Ministério Público descobriu que o atual deputado estadual e ex-vereador de Senador Canedo manteve servidor recebendo sem trabalhar por mais de um ano

A Justiça bloqueou, nesta sexta-feira (14/7), os bens do deputado estadual e ex-vereador de Senador Canedo, Sérgio de Souza Bravo (Pros), e de Fabrycio Ramos Rosa Lino. Segundo a ação de improbidade administrativa proposta pelo Ministério Público de Goiás, Fabrycio foi mantido locado no gabinete de Bravo por um ano e meio recebendo salário, mas sem trabalhar.

De acordo com a investigação do Ministério Público, Fabrycio foi admitido em agosto de 2013 para o cargo de assessor técnico I para trabalhar por 40 horas semanais da Secretaria Municipal de Esporte e Cultura de Senador Canedo, recebendo R$ 4 mil por mês. Depois, em janeiro de 2014, foi cedido para a Câmara Municipal.

Em janeiro de 2015, ele passou a ser Assessor Técnico III, com salário de R$ 5,5 mil, lotado na Secretaria Municipal de Administração. No mesmo mês, quando Bravo se afastou do cargo para assumir mandato na Assembleia, foi exonerado e não voltou a ser contratado pelo poder público.

Entretanto, o MP-GO descobriu que Fabrycio trabalhava, desde 2010 até a data da proposição da ação, como estoquista em uma concessionária de veículos. Como sua jornada no local era de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas, e aos sábados, das 8 às 12 horas, o promotor Glauber Rocha entendeu que ele era funcionário fantasma e propôs a ação.

O Jornal Opção entrou em contato com o deputado, mas ele não atendeu as ligações.

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Leônidas

Kkkkkkkkkkkk #foraladrão