Depois da derrota desta quarta-feira, 16, para a Ponte Preta, o técnico Julinho Camargo passou a sofrer a ameaça iminente de queda do comando técnico do Goiás.

A demissão se efetivou no começo da tarde desta. Uma decisão precipitada e, ao meu ver, inócua senão negativa: tenho sérias dúvidas de que outro treinador fará melhor com esse elenco que aí está.

Mas essa é outra questão. O que está cada vez mais evidenciado nesta temporada patética do Goiás (e olha que foi campeão goiano) é a invisibilidade do diretor de futebol Harlei nas horas “difíceis”. Para falar sobre a questão da saída do treinador, tanto depois do jogo como no anúncio oficial, quem “deu a cara para bater” foi o presidente Sérgio Rassi.

O mesmo já tinha ocorrido várias outras vezes, depois de resultados vexatórios, contratações frustradas ou demissões de outros técnicos.

Precisa de outro sintoma para dizer que o problema principal do Goiás não está na comissão técnica?