Intenções de voto de Dilma caem novamente, mas Aécio e Campos não sobem

Desde fevereiro, a petista registrou baixa de 10%. Em relação ao mês de maio, houve variação de três pontos porcentuais

Desde o mês de fevereiro a presidente Dilma caiu 10% nos índices de inteções de voto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Desde o mês de fevereiro a presidente Dilma caiu 10% nos índices de inteções de voto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A lenta tendência de queda nas intenções de voto pela reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) foi confirmada de acordo com nova pesquisa Datafolha concluída na quinta-feira (5/6). Se comparado ao levantamento anterior, feito em maio, a petista variou de 37% para 34%. Desde fevereiro, ela caiu dez pontos porcentuais. Como efeito da pesquisa, a Bolsa de Valores brasileira subiu mais de 3% no início do pregão.

Contudo, os principais adversários da presidente, como o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) não subiram. No mesmo período, os dois oscilaram negativamente de 20% para 19%, e 11% para 7%, respectivamente. Anteriormente, eles somavam 38%, agora, caíram para 35%.

Campos foi quem registrou a maior baixa e registrou empate técnico com o Pastor Everaldo Pereira (PSC), com 4%.

Entre os dias 3 e 5 de junho, quando foram feitos os questionamentos, foi visto que o índice daqueles que não sabem em quem votar aumentou notavelmente de 8% para 13%. Outros 17% afirmaram que votariam nulo, branco ou em nenhum dos candidatos no próximo pleito. Combinados, esses números somam 30%. Em relação às eleições anteriores a taxa bate recorde.

Foram entrevistadas 4.337 pessoas em 207 municípios e a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Bolsa

Nesta sexta-feira a bolsa brasileira subiu com força após a divulgação da pesquisa eleitoral Datafolha, que mostrou queda nas intenções de voto da presidente Dilma e sua redução em relação a Aécio. Ações do Ibovespa, Banco do Brasil, Petrobras, Eletrobras e a Vale registraram altas significativas.

Os índices do Ibovespa, por exemplo, avançaram em 2,26% às10h48, aos 52.725 pontos. Caso feche o dia neste mesmo patamar, será a maior alta desde o último dia 2 de maio, quando encerrou com avanço de 2,6%, igualmente impulsionado por pesquisa eleitoral. A alta é a maior do dia entre as principais Bolsas do mundo.

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