Inscrições para 14ª edição do Goiânia Mostra Curtas encerram-se nesta quinta-feira (31/7)

De acordo com o regulamento do festival, os curtas-metragens devem ter sido realizados entre 2013 e 2013 e ter até 25 minutos de duração, em 35mm digital, nos gêneros ficção, documentário, experimental e animação

A 14ª edição do Goiânia Mostra Curtas, um dos principais festivais de audiovisual no Estado, encerra suas inscrições nessa quinta-feira (31).  Neste ano o festival acontece do dia 07 até o dia 12 de outubro, no Teatro Goiânia, e propõe a democratização do circuito, com um intercambio entre todas as regiões do país.

De acordo com o regulamento do festival, os curtas-metragens devem ter sido realizados entre 2013 e 2014 e ter até 25 minutos de duração, em 35mm digital, nos gêneros ficção, documentário, experimental e animação. As inscrições podem ser feitas via Correios ou pelo site do evento. Os prêmios são para: Curta Mostra Brasil, Curta Mostra Municípios, Curta Mostra Goiás, Curta Mostra Cinema nos Bairros e 13ª Mostrinha.

Em entrevista ao Jornal Opção Online a diretora geral do festival, Maria Abdalla, afirmou que o cinema goiano vem se desenvolvendo há algum tempo. “Goiás vive atualmente um momento singular para ao cinema. O panorama audiovisual alcançou nos últimos anos um número bastante expressivo de produções”, disse. A diretora também destacou que o principal objetivo do festival é estimular o acesso para a formação de uma plateia ávida por filmes feitor em Goiás e incentivar a produção em todo o País, com diversidade de gêneros e produção.

“Cadê o Fundo?”

O Goiânia Mostra Curtas é um dos projetos que aguarda posição do governo sobre o repasse do Fundo Estadual de Cultura, de 2013. Questionada pelo Jornal Opção Online sobre o assunto, Abadalla demonstrou sua insatisfação pelo impasse. “Esta edição já conta com um orçamento baixo em relação ao tamanho do festival. Estamos buscando patrocínio da Lei Rouanet, de incentivo federal, e que está muito difícil, por ser ano de Copa e eleições”, aponta Abdalla.

A diretora geral também apontou a necessidade de uma parcela única, diferente do que fora proposto recentemente pelo governo, que pretende fazer o repasse em parcelas mensais até o fim deste ano. “A execução e repasse em parcela única do fundo é de extrema importância para a realização dos projetos”, afirma.

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