Grevistas da Justiça Federal goiana pressionam STF

Manifestantes estão em greve desde fevereiro e querem a sanção da presidente Dilma Rousseff do Projeto de Lei Complementar 28/2015

Manifestação em frente ao edifício-sede da Justiça Federal em Goiás, na segunda-feira | Foto: Divulgação/Sinasempu

Manifestação em frente ao edifício-sede da Justiça Federal em Goiás, na segunda-feira | Foto: Divulgação/Sinasempu

Uma caravana de servidores da Justiça Federal em Goiás, em greve desde fevereiro, protestam em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, na tarde desta terça-feira (21/7). Os manifestantes pedem pela sanção do Projeto de Lei Complementar 28/2015, que dispõe sobre o plano de carreira e recomposição salarial da categoria.

Lotados no Ministério Público Federal (MPF) e no Ministério Público do Trabalho (MPT), os servidores farão vigília em frente à Suprema Corte. O projeto de lei foi aprovado pelo plenário do Senado Federal no dia 30 de junho e aguarda sanção da Dilma Rousseff (PT).

Na manhã de segunda-feira (20), os servidores paralisaram apagão nos atendimentos do Judiciário Federal em Goiás. Audiências não foram realizadas, petições não foram distribuídas e os cartórios eleitorais foram fechados em todo o estado.

Em março, a Procuradoria-Geral da República em Goiás (PGR-GO) exonerou servidores, o que foi considerado retaliação pelo Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério Público da União (Sinasempu), em função da greve.

As dispensas geraram indignação nos servidores do Ministério Público da União (MPU) em todo o País. A categoria está com as atividades paralisadas em 138 unidades no País. Além de Goiânia, Rio Verde, Anápolis e Luziânia estão em greve em Goiás.

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