Greve afeta funcionamento de hospitais no interior de Goiás

Falta de insumos provocou suspensão de cirurgias eletivas em diversos municípios. Na capital, material tem previsão de  alcance para, no máximo, uma semana a mais

O secretário estadual de Saúde, Leonardo Vilela, informou neste sábado (26/5) que a greve dos caminhoneiros já tem provocado falta de insumos hospitalares nas unidades de saúde em todo o Estado, principalmente no interior.

Segundo o titular, unidades tiveram que suspender a realização de cirurgias eletivas por ausência de material. Os estoques da capital tem previsão de alcance para, no máximo, uma semana a mais.

Vilela participou durante a tarde de reunião com o governador José Eliton (PSDB) para avaliação dos impactos do movimento grevista dos caminhoneiros em Goiás. Na ocasião, o chefe do Executivo estadual anunciou que irá editar decreto que coloca Goiás em estado de emergência devido aos protestos de caminhoneiros nas rodovias goianas.

Com a medida, o governo pretende garantir a entrega dos materiais, intensificando a escolta de combustíveis e de materiais para as áreas de saúde e segurança pública, prioritariamente.

Além do decreto em nível estadual, a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) instalou, em parceria com o Ministério da Saúde (MS), um comitê de gerenciamento de crise em virtude da greve de caminhoneiros.

“Estamos em alerta para trabalhar em conjunto com o Ministério da Saúde. O objetivo é solucionar estas questões e monitorar as informações que chegam dos prestadores de serviços do SUS para fazer análises e tomar decisões estratégicas”, diz o secretário de Estado da Saúde de Goiás, Leonardo Vilela.

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