Governo reafirma que penitenciária estava “preparada” para receber presidente do STF

Em nota, diretoria nega informação de que Cármen Lúcia teria desistido de visitar Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia por haver armas e granadas no local

Após a polêmica envolvendo a decisão da ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), de não vistoriar o Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, o governo de Goiás voltou a afirmar que a unidade estava “apta e preparada” para a visita.

Segundo nota divulgada pela Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), não há fundamento informação de que a magistrada teria desistido da agenda por haver “armas e granadas” no local.

Além disso, lembra que o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJG-O), Gilberto Marques Filho, acompanhado de desembargadores, já havia visitado as dependências da Colônia Agroindustrial do Regime Semiaberto, na última quarta-feira (3/1), e apresentado relatório sobre as condições.

Veja abaixo:

“Sobre questionamentos a respeito do cancelamento da visita da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmén Lúcia, a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) esclarece o que se segue:

A unidade prisional estava apta e preparada para receber a visita, com garantia de segurança aos visitantes;

Não tem fundamento a informação de que a ministra desistiu da agenda por haver armas e granadas no local;

O presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), Gilberto Marques Filho, acompanhado de desembargadores, já havia visitado as dependências da Colônia Agroindustrial do Regime Semiaberto, na última quarta-feira (3/1), e apresentado relatório sobre as condições, o que tornou desnecessária a visita.”

Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia

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ziro

QUE PAÍS É ESSE?! Enquanto a obra da construção do posto de saúde do jardim américa de Goiânia segue em ritmo de tartaruga desde outubro/2017, a construção do prédio de estacionamento exclusivo para veículos dos ilustríssimos no Fórum do Tribunal de Justiça de Goiás avança na velocidade supersônica. Ou seja, no Brasil, a prioridade é o atendimento das regalias e das mordomias do alto escalão do funcionalismo e de políticos do Estado, enquanto a população sofre nas filas dos péssimos serviços públicos oferecidos por esta gente, quando deveria ser ao contrário. Até quando?