‘Governo Federal precisa rever o andamento do Minha Casa, Minha Vida e o seu orçamento’, diz deputado

Adriano do Baldy é eleito, no Congresso, presidente de Subcomissão Especial que analisa o futuro do programa habitacional

Foto: Reprodução

O deputado federal Adriano do Baldy (PP) foi eleito, na manhã desta quarta-feira, 15, na Câmara dos Deputados, presidente da Subcomissão Especial do Programa Minha Casa, Minha Vida, criada dentro da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Casa. O objetivo é acompanhar a situação atual e o futuro do MCMV. A criação da subcomissão foi proposta por Adriano e aprovada no mês passado.

Maior programa habitacional do país, o Minha Casa, Minha Vida já beneficiou, em uma década de existência, mais de 5,5 milhões de famílias em todo o Brasil. Atualmente, porém, passa por um momento difícil, em razão da crescente queda nas contratações e das obras paralisadas.

A criação da subcomissão Especial tem como objetivo acompanhar a aplicação dos recursos destinados ao programa e foi criada no início de abril. O MCMV é comandando pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).

“O Minha Casa, Minha Vida é o mais importante e maior programa social que temos nesta área, no Brasil. Precisamos dar a este setor a mesma dedicação e o mesmo empenho dado pelo ex-ministro das Cidades, Alexandre Baldy. Ele destravou obras e iniciou centenas de novos empreendimentos”, enfatiza Adriano.

Ainda segundo o deputado, com Baldy, o Ministério desempenhou um papel fundamental na entrega de moradias. Foram 75 mil novas contratações ainda no primeiro trimestre de 2018 e um orçamento de quase R$ 70 bilhões entre Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e orçamento da União.

Futuro

“É necessário que o Governo Federal reveja o andamento do programa e o seu orçamento. Até agora não houve explicações sobre como isso será feito e precisamos acompanhar de perto essa situação”, afirma Adriano.

De acordo com o parlamentar, a mudança da pasta da habitação e das diretrizes governamentais dentro do próprio Ministério requer ao programa “um norte” e, principalmente, atenção para que as moradias continuem sendo entregues à população brasileira.

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